terça-feira, 12 de maio de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
A mais pura verdade.
Como eu posso começar a fazer mil coisas e não terminar nenhuma?
Todo mundo deve fazer a mesma pergunta. E saber que tem gente assim como eu me conforta muito.
É muito difícil essa minha impulsividade para tentar fazer tudo que parece legal, culto, divertido ou qualquer coisa que me faça sentir melhor. É uma mistura de ansiedade, desespero, irracionalidade, e tudo mais.
Outro sábado fiquei em casa (milagre) e resolvi arrumar meu armário (outro milagre). Na prateleira dele têm “trocentos” mil livros que eu comprei em ataques de quero-gastar-dinheiro-com-coisa-útil e acho que li dois deles, os outros li até a página 50 e desisti.
Detalhe, esses dois que foram lidos não eram nada cultos, tipo: “Ele simplesmente não está afim de você.” – sacou?
Do lado desses livros que eu nem faço idéia da história, tem uma pilha de CDs que eu comprei num desses ataques de gastança e acho que ouvi as duas músicas mais famosas – das outras, nem faço idéia.
Ah! Sou a melhor em começar e não terminar meus textos. No começo, quando a idéia vem, nossa! Parece que acontece uma explosão de idéias. Daqui a pouco eu percebo que a idéia não é tão legal assim e apago. Pura falta de determinação!
Academia? Nossa, eu estou até orgulhosa de mim mesma, estou há 3 meses na academia e ainda não senti vontade de cancelar o plano. Já perdi as contas de tantas vezes que comecei e parei, paguei e não usei.
Dieta? Ah! Começo na segunda paro na terça e resolvo não fazer mais, daí como demais no domingo e prometo que a próxima dieta vai ser a semana toda, aí me aparece uma amiga com um brigadeiro depois do almoço, pecado!
É. As pessoas começam a desacreditar de você.
Sim, é assim que acontece com pessoas como eu. Quero fazer aula de surf, de ballet, de yoga, de luta, quero namorar, só ficar, ir pra balada, ler um livro, ouvir música e escrever um texto – tudo ao mesmo tempo.
O resultado?
Nada feito 100%. Tudo pela metade.
Chega da vida pela metade. Começou? Termina.
Acho que vou começar pelos livros que comprei, depois pelos CDs, dieta... Ou será que eu começo coisas novas agora, afinal, aquelas já estão no meio.
Difícil, né?
Acho que esse texto vai ficar sem final, amanhã termino.
Todo mundo deve fazer a mesma pergunta. E saber que tem gente assim como eu me conforta muito.
É muito difícil essa minha impulsividade para tentar fazer tudo que parece legal, culto, divertido ou qualquer coisa que me faça sentir melhor. É uma mistura de ansiedade, desespero, irracionalidade, e tudo mais.
Outro sábado fiquei em casa (milagre) e resolvi arrumar meu armário (outro milagre). Na prateleira dele têm “trocentos” mil livros que eu comprei em ataques de quero-gastar-dinheiro-com-coisa-útil e acho que li dois deles, os outros li até a página 50 e desisti.
Detalhe, esses dois que foram lidos não eram nada cultos, tipo: “Ele simplesmente não está afim de você.” – sacou?
Do lado desses livros que eu nem faço idéia da história, tem uma pilha de CDs que eu comprei num desses ataques de gastança e acho que ouvi as duas músicas mais famosas – das outras, nem faço idéia.
Ah! Sou a melhor em começar e não terminar meus textos. No começo, quando a idéia vem, nossa! Parece que acontece uma explosão de idéias. Daqui a pouco eu percebo que a idéia não é tão legal assim e apago. Pura falta de determinação!
Academia? Nossa, eu estou até orgulhosa de mim mesma, estou há 3 meses na academia e ainda não senti vontade de cancelar o plano. Já perdi as contas de tantas vezes que comecei e parei, paguei e não usei.
Dieta? Ah! Começo na segunda paro na terça e resolvo não fazer mais, daí como demais no domingo e prometo que a próxima dieta vai ser a semana toda, aí me aparece uma amiga com um brigadeiro depois do almoço, pecado!
É. As pessoas começam a desacreditar de você.
Sim, é assim que acontece com pessoas como eu. Quero fazer aula de surf, de ballet, de yoga, de luta, quero namorar, só ficar, ir pra balada, ler um livro, ouvir música e escrever um texto – tudo ao mesmo tempo.
O resultado?
Nada feito 100%. Tudo pela metade.
Chega da vida pela metade. Começou? Termina.
Acho que vou começar pelos livros que comprei, depois pelos CDs, dieta... Ou será que eu começo coisas novas agora, afinal, aquelas já estão no meio.
Difícil, né?
Acho que esse texto vai ficar sem final, amanhã termino.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
É crônica, eu sei.
Todo mundo é ansioso, mas nem todo mundo é crônico, nem todo mundo é ansioso demais a ponto de fazer coisas idiotas, se preocupar com coisas que acontecerão daqui há 8 meses e se programar para o final de semana em plena segunda-feira.
Pois bem, eu explico.
Ansiedade no dicionário: sofreguidão, impaciência, sensação de inquietação.
Bom, isso todo mundo tem, mas não ao quadrado como eu.
Sempre soube, mas há meses atrás descobri que era sério, que não era normal e que agora, estava atrapalhando meu bem-estar.
Uma pessoa ansiosa como eu não dorme muito, afinal, fica ansiosa para acordar e fazer as coisas que precisa (e tem que dar tempo de tudo, porque se não vem a frustração): acordar, tomar café direito (sentar, comer pão com queijo, iogurte e mamão), tomar banho, secar o cabelo, fazer maquiagem... Se não sai desse jeito, o dia já começa errado.
Daí eu olho pro meu estojo e vejo que meu rímel está acabando (desastre!) e já saiu de casa pensando que terei que chegar ao trabalho e mandar um e-mail praquela amiga que traz coisas importadas: “Querida amiga, preciso do rímel X, você traz pra mim?” e ela responde: “Claro, mas só viajo daqui duas semanas.”
Duas semanas? Oh Deus! Como viverei sem meu rímel (detalhe que isso pra mim não é futilidade, quem me conhece sabe que eu não vivo sem)? – Logo penso: Na hora do almoço, como rapidinho na padaria, e vou à farmácia comprar um, daí já aproveito e compro o que to precisando.
E assim o dia passa, ainda é segunda-feira. Nossa, é segunda! Amanhã já e terça, depois já é quarta – preciso ver o que vou fazer no final de semana.
Tenho aniversário na sexta, um churrasco e uma balada no sábado e domingo preciso ver meu irmãozinho. Ok, vou mandar um email pro namorado fazendo o cronograma.
Logo recebo a resposta: “Amor, sábado estarei sem carro. Vamos ter que rever esse cronograma.”
Droga. Odeio isso – eu me planejo toda, faço tudo correndo durante a semana e chega na hora, sai errado. Saco.
Nossa, esqueci que preciso marcar os médicos pra semana que vem! Vamos lá: ginecologista, dermatologista, endocrinologista... Quero ir a todos de uma vez, porque se eu tiver com alguma coisa, quero saber rápido.
Sou tão ansiosa, que quando chegam os resultados dos exames clínicos, entro na internet, jogo os resultados no Google, pra saber se é normal ou não.
Não, eu não sou normal.
Pronto, final de semana programado, médicos marcados. Vou começar a trabalhar.
Nossa, meu computador é muito lerdo e não acompanha meu raciocínio. Ligo pra informática e peço que venham dar uma olhada – lembrando que o pessoal de TI sempre demora pra essas coisas.
Já se passaram 5 minutos e nada, 6...7. Ligo de novo. “Alô, moço? Então, eu liguei pra vocês e preciso de alguém aqui, urgente!” e ele responde: “Jana, estamos indo, você ligou faz 7 minutos.”
Ah, sei lá. É que quando alguém fala que precisa de mim urgente, eu saiu correndo.
Detalhe: isso é um defeito do ansioso – largar o que está fazendo, pra fazer outra coisa, sem dar prioridade.
Depois de 15 minutos, quase morrendo de nervoso de tanta demora, meu computador está arrumado.
Fim de tarde: “Nossa, hoje tem aula de Yoga, tenho que sair cedo.” – sair cedo? É piada?
Bom, vou fazer isso, isso e isso, tomar um café, fumar um cigarro e ir (até isso eu programo).
Consegui! Me troco correndo, bebo água e vou pra sala – cadê a professora? Cadê todo mundo?
E com uma leve olhada no quadro de horários: “Nossa, essa aula é amanhã, vou ter que ir pra esteira.”
Saco.
Pois bem, eu explico.
Ansiedade no dicionário: sofreguidão, impaciência, sensação de inquietação.
Bom, isso todo mundo tem, mas não ao quadrado como eu.
Sempre soube, mas há meses atrás descobri que era sério, que não era normal e que agora, estava atrapalhando meu bem-estar.
Uma pessoa ansiosa como eu não dorme muito, afinal, fica ansiosa para acordar e fazer as coisas que precisa (e tem que dar tempo de tudo, porque se não vem a frustração): acordar, tomar café direito (sentar, comer pão com queijo, iogurte e mamão), tomar banho, secar o cabelo, fazer maquiagem... Se não sai desse jeito, o dia já começa errado.
Daí eu olho pro meu estojo e vejo que meu rímel está acabando (desastre!) e já saiu de casa pensando que terei que chegar ao trabalho e mandar um e-mail praquela amiga que traz coisas importadas: “Querida amiga, preciso do rímel X, você traz pra mim?” e ela responde: “Claro, mas só viajo daqui duas semanas.”
Duas semanas? Oh Deus! Como viverei sem meu rímel (detalhe que isso pra mim não é futilidade, quem me conhece sabe que eu não vivo sem)? – Logo penso: Na hora do almoço, como rapidinho na padaria, e vou à farmácia comprar um, daí já aproveito e compro o que to precisando.
E assim o dia passa, ainda é segunda-feira. Nossa, é segunda! Amanhã já e terça, depois já é quarta – preciso ver o que vou fazer no final de semana.
Tenho aniversário na sexta, um churrasco e uma balada no sábado e domingo preciso ver meu irmãozinho. Ok, vou mandar um email pro namorado fazendo o cronograma.
Logo recebo a resposta: “Amor, sábado estarei sem carro. Vamos ter que rever esse cronograma.”
Droga. Odeio isso – eu me planejo toda, faço tudo correndo durante a semana e chega na hora, sai errado. Saco.
Nossa, esqueci que preciso marcar os médicos pra semana que vem! Vamos lá: ginecologista, dermatologista, endocrinologista... Quero ir a todos de uma vez, porque se eu tiver com alguma coisa, quero saber rápido.
Sou tão ansiosa, que quando chegam os resultados dos exames clínicos, entro na internet, jogo os resultados no Google, pra saber se é normal ou não.
Não, eu não sou normal.
Pronto, final de semana programado, médicos marcados. Vou começar a trabalhar.
Nossa, meu computador é muito lerdo e não acompanha meu raciocínio. Ligo pra informática e peço que venham dar uma olhada – lembrando que o pessoal de TI sempre demora pra essas coisas.
Já se passaram 5 minutos e nada, 6...7. Ligo de novo. “Alô, moço? Então, eu liguei pra vocês e preciso de alguém aqui, urgente!” e ele responde: “Jana, estamos indo, você ligou faz 7 minutos.”
Ah, sei lá. É que quando alguém fala que precisa de mim urgente, eu saiu correndo.
Detalhe: isso é um defeito do ansioso – largar o que está fazendo, pra fazer outra coisa, sem dar prioridade.
Depois de 15 minutos, quase morrendo de nervoso de tanta demora, meu computador está arrumado.
Fim de tarde: “Nossa, hoje tem aula de Yoga, tenho que sair cedo.” – sair cedo? É piada?
Bom, vou fazer isso, isso e isso, tomar um café, fumar um cigarro e ir (até isso eu programo).
Consegui! Me troco correndo, bebo água e vou pra sala – cadê a professora? Cadê todo mundo?
E com uma leve olhada no quadro de horários: “Nossa, essa aula é amanhã, vou ter que ir pra esteira.”
Saco.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
E se o mundo acabasse amanhã...
... Faria coisas que não me arrependeria num possível depois.
Como canceriana planejaria cada passo do meu dia para que fosse exatamente como eu gostaria.
Tomaria remédio para dormir, afinal, não esperaria acordada pelo último dia de minha vida; dormiria num hotel luxuoso, com uma grande hidromassagem, espuma, cama “king size”, lençóis brancos, travesseiros de pluma de ganso e com todos os CDs que eu mais gosto; faria o último amor com o grande amor da minha vida e se ele não quisesse passar o último dia dele comigo, ficaria ali, sozinha.
Acordaria cedo, colocaria um roupão e tomaria um belo café da manhã na sacada; Pegaria um taxi e sairia por aí, conhecendo os lugares da minha cidade em que nunca estive, iria ao cinema com um saco bem grande de pipoca e guaraná e veria o filme mais romântico que estivesse passando; Comeria um saco de MM’s Família sozinha; pintaria meu cabelo de loiro; gastaria meu último salário com coisas que me dessem felicidade momentânea.
Sairia pra correr um pouco, por aí, com um Ipod cheio de músicas minhas, músicas que me trouxessem lembranças boas, saudades, risadas e pensamentos; Falaria pra quem quisesse ouvir o que acho de tudo que acho errado; não ligaria pras críticas e falaria mais um pouco; iria à igreja agradecer por ser tão sortuda na vida; choraria de saudades antecipadas desse lugar e dessas pessoas; torraria o cartão de crédito; comeria o petit gateau do América sem culpa; passaria longe do trabalho; jogaria todas as lembranças guardadas no meu quarto no lixo.
Voltaria pra casa e deitaria no colo da minha mãe; assistiria às fitas de quando era pequena (antes de jogá-las fora); ligaria pra todos meus reais amigos pra dizer o quanto os amo; tomaria um belo banho; colocaria a roupa que eu mais gosto e como boa canceriana, esperaria o dia acabar em casa, no melhor lugar do mundo.
Como canceriana planejaria cada passo do meu dia para que fosse exatamente como eu gostaria.
Tomaria remédio para dormir, afinal, não esperaria acordada pelo último dia de minha vida; dormiria num hotel luxuoso, com uma grande hidromassagem, espuma, cama “king size”, lençóis brancos, travesseiros de pluma de ganso e com todos os CDs que eu mais gosto; faria o último amor com o grande amor da minha vida e se ele não quisesse passar o último dia dele comigo, ficaria ali, sozinha.
Acordaria cedo, colocaria um roupão e tomaria um belo café da manhã na sacada; Pegaria um taxi e sairia por aí, conhecendo os lugares da minha cidade em que nunca estive, iria ao cinema com um saco bem grande de pipoca e guaraná e veria o filme mais romântico que estivesse passando; Comeria um saco de MM’s Família sozinha; pintaria meu cabelo de loiro; gastaria meu último salário com coisas que me dessem felicidade momentânea.
Sairia pra correr um pouco, por aí, com um Ipod cheio de músicas minhas, músicas que me trouxessem lembranças boas, saudades, risadas e pensamentos; Falaria pra quem quisesse ouvir o que acho de tudo que acho errado; não ligaria pras críticas e falaria mais um pouco; iria à igreja agradecer por ser tão sortuda na vida; choraria de saudades antecipadas desse lugar e dessas pessoas; torraria o cartão de crédito; comeria o petit gateau do América sem culpa; passaria longe do trabalho; jogaria todas as lembranças guardadas no meu quarto no lixo.
Voltaria pra casa e deitaria no colo da minha mãe; assistiria às fitas de quando era pequena (antes de jogá-las fora); ligaria pra todos meus reais amigos pra dizer o quanto os amo; tomaria um belo banho; colocaria a roupa que eu mais gosto e como boa canceriana, esperaria o dia acabar em casa, no melhor lugar do mundo.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Coisa Inteligente...
Uma das frases mais verdadeiras que já li:
"Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria."
Eu prefiro ficar numa boa.
"Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria."
Eu prefiro ficar numa boa.
O que é felicidade?
Felicidade é uma palavra que quando falada traz aquele sorrisinho no canto da boca. Mas o que ela significa na verdade?
Pelo dicionário: satisfação, contentamento.Boa fortuna, sorte. Sucesso. Congratulações.
Mas, enfim, eu descordo um pouco dessa descrição tão objetiva (afinal, o dicionário não foi feito para ser poético).
Acredito que satisfação seja uma palavra momentânea: "eu fiquei satisfeita com o dia de hoje". A palavra satisfação diz muito do agora, e não passa a sensação do todo, me fiz entender?
Felicidade é uma coisa muito mais profunda: ou você é ou não é - estar feliz, para mim, não existe. Não é momentâneo e sim um estado de espírito.
Isso me faz lembrar um filme que assisti, que pra mim é um dos melhores filmes de todos os tempos: Into the wild. Uma história linda (que eu não vou contar, pois quero que você assista) e que traz uma mensagem que ficou marcada em minha mente: A felicidade só é real quando compartilhada.
Logo, você só pode ser feliz por completo se compartilha essa felicidade com outras pessoas. Fazer as pessoas felizes traz felicidade, e essa é eterna.
Saber que você faz alguém feliz é gratificante, traz paz na alma e sensação de que seu dever aqui na Terra está sendo cumprido.
Pare e pense quem você fez feliz hoje e quem você faz feliz durante sua vida (família, amigos, namorado).
Veio aquele sorrisinho no canto da boca, não é? Pois é. Parabéns, você é feliz.
A gente sempre reclama de tudo e não agradece por as coisas simples que temos todo dia: saúde, família, amigos (mesmo com a distância, você sabe quem são seus verdadeiros), trabalho, o céu azul numa segunda-feira, a brisa que bate no rosto, rir com as amigas, assistir televisão na cama dos pais, o almoço de domingo, o passeio no parque com o namorado, um beijo, um abraço sincero e apertado, aquele doce que você mais gosta, receber um elogio... seja lá o que for que te faça ser feliz.
Então, espero que eu , neste curto texto, tenha conseguido tirar um sorrisinho seu.
be happy babe.
Pelo dicionário: satisfação, contentamento.Boa fortuna, sorte. Sucesso. Congratulações.
Mas, enfim, eu descordo um pouco dessa descrição tão objetiva (afinal, o dicionário não foi feito para ser poético).
Acredito que satisfação seja uma palavra momentânea: "eu fiquei satisfeita com o dia de hoje". A palavra satisfação diz muito do agora, e não passa a sensação do todo, me fiz entender?
Felicidade é uma coisa muito mais profunda: ou você é ou não é - estar feliz, para mim, não existe. Não é momentâneo e sim um estado de espírito.
Isso me faz lembrar um filme que assisti, que pra mim é um dos melhores filmes de todos os tempos: Into the wild. Uma história linda (que eu não vou contar, pois quero que você assista) e que traz uma mensagem que ficou marcada em minha mente: A felicidade só é real quando compartilhada.
Logo, você só pode ser feliz por completo se compartilha essa felicidade com outras pessoas. Fazer as pessoas felizes traz felicidade, e essa é eterna.
Saber que você faz alguém feliz é gratificante, traz paz na alma e sensação de que seu dever aqui na Terra está sendo cumprido.
Pare e pense quem você fez feliz hoje e quem você faz feliz durante sua vida (família, amigos, namorado).
Veio aquele sorrisinho no canto da boca, não é? Pois é. Parabéns, você é feliz.
A gente sempre reclama de tudo e não agradece por as coisas simples que temos todo dia: saúde, família, amigos (mesmo com a distância, você sabe quem são seus verdadeiros), trabalho, o céu azul numa segunda-feira, a brisa que bate no rosto, rir com as amigas, assistir televisão na cama dos pais, o almoço de domingo, o passeio no parque com o namorado, um beijo, um abraço sincero e apertado, aquele doce que você mais gosta, receber um elogio... seja lá o que for que te faça ser feliz.
Então, espero que eu , neste curto texto, tenha conseguido tirar um sorrisinho seu.
be happy babe.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
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